América Central

Lago de Atitlán – Guatemala

Cultura autêntica e visual de arrepiar

Lago di Como, Lago Lucerna, Lagos de Plitvice… Tem muitos ao redor do mundo, que são altamente valorizados para o turismo. Mas há pouco tempo conheci um lago fora do circuito normal que me deixou de boca aberta: o Lago de Atitlán, na Guatemala.

Lago de Atitlán – Guatemala

Fiquei maravilhada com esse lugar por três razões: a sua formação geológica (ele é rodeado por 3 vulcões, 1 deles ainda ativo), a possibilidade de conhecer a vida local (são diversos pueblitos nas margens do lago, cada um com características diferentes) e o conforto das acomodações (ficamos em um hotel delicioso, o Casa Palopó, com uma vista incrível).

Belíssimo hotel Casa Palopó no Lago de Atitlán, Guatemala
Decoração colorida e cheia de detalhes – Casa Palopó

A Guatemala é um país que me encantou por sua parte cultural, e o lago oferece inúmeras chances de você ter contato com essa cultura. Coisa real, sabe? Ainda não estão “corrompidos” pelo turismo, você vê que as coisas lá são feitas por eles, do jeito deles, com o conhecimento deles. Depois de conhecer tantos países e lugares onde o turista é feito de bobo, o Lago de Atitlán me mostrou que ainda é possível ter uma experiência 100% real life.

Pelas ruas de Santiago de Atitlán, Guatemala

::: Clique aqui para ler o 1º post da Guatemala, sobre a charmosa cidade de Antigua.

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Neste post você vai encontrar todas as dicas sobre o Lago de Atitlan na Guatemala. Como chegar, onde ficar, como alugar um barco, que povoados conhecer, as tradições, tours e passeios. 


Sobre o lugar

O Lago de Atitlán fica no sudoeste da Guatemala, a 3h30 de viagem de carro da Cidade da Guatemala e 2h30 de Antigua. Foi formado há 11 milhões de anos, de uma erupção vulcânica cujas cinzas foram encontradas no Equador e na Flórida! :O É o lago mais profundo da América Central, podendo chegar a 340m de profundidade.

Cercado por 3 vulcões (Atitlán, San Pedro e Tolimán – este último ainda considerado ativo, com última erupção em 1853) e com extensão de 12km de uma ponta a outra, é daqueles lugares que fazem você se sentir pequeno com a grandeza da natureza. Me senti mais ou menos como na Cratera de Ngorongoro na Tanzânia, porém dessa vez a cratera é coberta por água, e não por grama e bichos.

Mas o que achei mais interessante é que as atrações do Lago de Atitlán não passam apenas por suas belezas naturais. Ele é cercado por pequenos vilarejos Maias, onde a cultura permanece viva até hoje. Você chega nos lugares e encontra as pessoas usando roupas típicas e mantendo suas tradições de centenas de anos.

Os três maiores vilarejos, onde há um pouco mais de estrutura, são: Santiago Atitlán, San Pedro La Laguna e Panajachel. Ali certamente há mais oferta de hotéis/pousadas, restaurantes e meios de transporte, porém achei mais interessante ficar nos pueblitos menores e conhecer bem a cultura local, em um lugar mais típico, como em Santa Catarina de Palopó. Falarei mais sobre hospedagem e sobre meus povoado preferidos abaixo.

*** CLIMA – Quando ir? ***

A temporada mais seca vai de novembro a abril e a temporada chuvosa vai de maio a outubro. Eu fui no final de março e peguei um dia lindo e ensolarado, com céu suuuper limpo (só assim consegui ver os vulcões) e um dia BEM nublado. Não fazia friiiio, o clima era ameno.

*** MOEDA ***

A moeda da Guatemala é o Quetzal. 1 dólar americano é equivalente a aprox. 7 quetzales. Alguns lugares aceitam dólares ou cartão de crédito, mas em locais menores, como no caminho para o Lago, você vai precisar do dinheiro de lá. Troque um pouco já no aeroporto. Na cidade de Antigua também vi várias casas de câmbio.

*Leve dólares americanos e faça câmbio para o quetzal. 

*** ASSISTÊNCIA MÉDICA INTERNACIONAL ***

Eu nunca viajo sem seguro de saúde internacional. Sempre faço o meu pela REAL Seguros e recentemente precisei usar e fui super bem atendida. Clique aqui para fazer uma cotação. Após compra online, a apólice chega por email em minutos.

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Como chegar / Onde ficar

*** VÔOS & TRANSPORTE INTERNO ***

O Lago Atitlán fica a 140km da Cidade da Guatemala e 110km de Antigua (leia aqui as dicas de Antigua), aproximadamente 3 horas de carro. E o melhor jeito de chegar é de carro mesmo, já que a estrada é super boa (a Interamericana, que corta a América Central inteira) e com pontos de paradas interessantes.

Dessa vez, contratamos um serviço de transporte privativo e fomos muito bem atendidos. Foram recomendação de um casal de amigos (gracias Kaká e Igor!) que tinham ido para a Guatemala há pouco tempo. Falamos com o Carlos (+502 4739 7438) e com o Enrique (+502 5423 2288) e eles arrumaram nosso pickup no aeroporto e traslado até o lago. Também ofereciam muitos outros tours, tanto no lago como em outras cidades.

Há também a opção de alugar um carro, tendo sempre em mente que é um país latino e que, assim como no Brasil, você terá que tomar vários cuidados com segurança. Quando viajo, sempre alugo pela RentalCars (alugando por este link, eu ganho uma pequena comissão, e você paga a mesma coisa).

Outra maneira é o transporte compartilhado, que custa em torno de US$20 por pessoa. Utilize o website ReservaTuBus.com

Para chegar na Guatemala, você pode voar Copa Airlines com conexão no Panamá, ou Avianca com conexão em Bogotá.

*** PASSAPORTE, VISTO & VACINA ***

Brasileiros não precisam de visto, apenas passaporte válido e certificado internacional de vacinação contra febre amarela.

*** HOTÉIS ***

Nas margens do Lago Atitlán, em cada um dos pueblitos, há diversas opções de hospedagem, das mais simples às mais luxuosas. Alguns povoados são mais agitados e mais cheios de turistas, como Santiago e San Pedro La Laguna, outros são mais “hippies”, cheios de gringos, como San Marcos, e outros, como Santa Catarina de Palopó e San Juan, são MUITO autênticos e típicos – para ver a população do interior da Guatemala em seu cotidiano. Eu me hospedei em Santa Catarina de Palopó e não poderia ter escolhido melhor lugar.

O melhor lugar para se hospedar no Lago de Atitlán, ou melhor, em toda a Guatemala. Tem o selo Relais & Châteaux, que reúne os mais incríveis e autênticos restaurantes e hotéis de luxo do mundo. A Casa Palopó é um hotel pequenininho, com apenas 9 acomodações (somando o edifício principal e a villa), e tem jeito de casa mesmo (aliás, foi residência particular até o ano 2000), com serviço atencioso e decoração atenta à cada pequeno detalhe. Aliás, a decor foi um dos itens que mais amei por lá. Tudo é tão colorido, tão delicado, tão charmoso! A casa é cheia de obras de arte, entre elas, um autêntico Botero (UAU!).

Como comentei acima, o hotel fica no vilarejo de Santa Catarina de Palopó, pequenininho, rústico e muito típico. Lugar gostoso para passear e ver a vida local. A propriedade está dividida entre a casa principal e a Villa Palopó, que fica mais acima. Conta com piscina (pena que a de borda infinita é exclusiva da villa), área de “praia” na beira do lago, com espreguiçadeiras, e um EXCELENTE restaurante aberto para café da manhã, almoço e jantar, o 6.8 Palopó (falo mais sobre ele abaixo, na parte de “comes & bebes”). A melhor panqueca com que já comi foi lá, no café. E no menu há várias opções de pratos típicos guatemaltecos.

A vista de toda a Casa Palopó é algo de arrepiar. Se o dia não estiver nublado, você verá o Lago de Atilán e seus 3 vulcões de camarote. A palavra “tranquilidade” definiria o mood da Casa Palopó. Que lugar gostoso!

Clique aqui para reservar sua estadia na Casa Palopó.

Entrada da Casa Palopó
Nosso quarto (room 4) na Casa Palopó, Guatemala
Banheiro lindo, todo amarelinho
Terraço do quarto 4, Casa Palopó
Sala de estar da Casa Palopó, com um Botero original na parede!!
Área dos quartos na Casa Palopó – tudo colorido! Amo!

Hotel charmoso no Lago de Atitlán, Guatemala – Casa Palopó
Restaurante da Casa Palopó
Mesinha especial no restaurante da Casa Palopó
Piscina principal da Casa Palopó
Piscina da Villa da Casa Palopó, Lago de Atitlan, Guatemala | foto: divulgação
Área de “praia” da Casa Palopó – com píer e deck com sofás
O hotel dá acesso ao Lago de Atitlán – delícia esse lago!!!

Vizinho ao Casa Palopó (tem até passagem de um ao outro, já que o Tzampoc não tem restaurante). Tem também tem uma super vista do lago e dos vulcões e está em um dos vilarejos mais típicos de Atitlán, Santa Catarina de Palopó.

Um hotel mais simples, com quartos espaçosos, porém menos decorados. Por ser todo branquinho, tem um ar de Grécia! O destaque fica para a lindíssima piscina com borda infinita.

Clique aqui para reservar sua estadia no Tzampoc Resort.

Piscina de borda infinita do Tzampoc Resort, no Lago de Atitlán.

 

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Comes e Bebes

Repetindo o que escrevi no post de Antigua, a gastronomia típica da Guatemala é cheia de sabores interessantes. Apesar de estar tão pertinho do México, não é super parecida (mas claro que há pratos similares) e nem apimentada. O principal ingrediente é o MILHO, presente na maioria dos pratos tradicionais. Destaque para as tortillas, que são deliciosas. Qualquer BOM restaurante típico terá uma estação para preparar tortillas na hora, na frente do cliente. Elas acompanham todo e qualquer prato guatemalteco.

Sinceramente, não tenho uma lista extensa de restaurantes para recomendar nesse post. O jeito de comer no Lago Atitlán é aos poucos, provando uma coisinha aqui, uma frutinha ali, tortillas na rua, um café, um chocolate e outras coisas deliciosas que você vai encontrar pelo caminho. Foi assim que fizemos no nosso dia de exploração do lago: um super café da manhã no hotel, comidinhas ao longo do dia nos pueblos e um jantar maravilhoso no final.

E minha recomendação para o jantar é o 6.8 Palopó, que fica no hotel Casa Palopó.

O restaurante do hotel Casa Palopó é lindíssimo, com velinhas coloridas e uma decoração leve, cheia de cor e de elementos autênticos da Guatemala. Possui um terraço grande e ventilado, onde é possível tomar café da manhã, almoçar ou jantar, sempre com uma vista privilegiada para o Lago Atitlán (e seus vulcões). Eles também tem uma mesinha separada, para um jantar mais romântico – só solicitar!

Como é um Relais & Châteaux, a gastronomia é super elaborada, com pratos típicos locais feitos com ingredientes da região. Os pratos são muito bem servidos, até as entradas são grandes. É o melhor restaurante de todo o lago.

Recomendo pedir:
. café da manhã – chilaquiles (típico) ou panquecas com mel local (as mais fofinhas que já comi);
. almoço ou jantar – lomito pepián (típico) ou canelones palopó (massa com um queijo local de sabor bem forte).

É aberto para não-hóspedes (mediante reserva). Para hóspedes do Tzampoc Resort, vizinho do Casa Palopó, há passagem direta de um hotel ao outro.

Café da manhã no Restaurante 6.8 da Casa Palopó
A decoração é linda, cheia de cores.
Café da manhã típico – Chilaquiles
As melhores panquecas do mundo! Casa Palopó

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O que fazer / Roteiros

Entrar de cabeça na cultura local! Essa é a principal dica para o Lago de Atitlán. Ao redor do lago existem vários “pueblitos” independentes, cada um deles com uma particularidade. Converse com os locais e procure o seu preferido. Quando escolher seus 2 ou 3, você pode ir atrás de um barco que vai te levar até eles.

O barquinho que alugamos para um tour nos vilarejos do Lago de Atitlán

Os barcos funcionam de maneiras (e preços) bem diferentes. Há barcos públicos, que funcionam como ônibus e fazem uma rota específica (circulares), com horários mais fixos (custam pouquíssimo, algo em torno de 3 dólares por pessoa, de um pueblo a outro). Você consegue estes barcos nos pueblos maiores, porém terá dificuldade nos menorzinhos, como em Santa Catalina de Palopó. Outra opção são os barcos compartilhados, que são lanchas privadas que esperam o barco encher de gente que vai ao mesmo lugar para sair, sai barato e é um tour fechado, e não um barco de linha.

Como tínhamos apenas um dia no lago, resolvemos negociar uma lancha privada, que nos levou sozinhos pelos nossos 3 povoados escolhidos. Foi SUPER cômodo poder ficar nos lugares o tempo que queríamos, sem pressa, no nosso ritmo. E sim, foi mais caro que uma lancha compartilhada e BEM mais caro que o transporte público, mas ainda acho que vale a pena. Negocie o preço! Nós conseguimos o barco diretamente no píer de Santa Catarina Palopó, do lado do nosso hotel, na maioria dos píers tem bastante oferta de barqueiros (algo em torno de US$70).

Vilarejos para visitar e o que fazer neles: 

Vai depender muito do seu perfil, por isso deixo aqui algumas opções entre as mais conhecidas, para você escolher. Eu visitei, nessa ordem: San Marcos, San Juan La Laguna e Santiago (partindo de Santa Catarina de Palopó, que também conheci e amei).

  • San Juan La Laguna

Nosso preferido! É um povoado bem pequeno, mas que conserva a essência do povo local. Nós chegamos e contratamos um guia no píer (por aprox. US$10) para nos levar nos principais lugares e acabamos conhecendo toda a história do turismo no pueblo. Em San Juan, não aceitam muito a entrada de negócios de estrangeiros, por isso a grande maioria das lojinhas, fábricas de tecido, ateliers e fábrica de chocolates é de locais. Tudo muito genuíno.

Nós visitamos a tecelagem e a fábrica de chocolates, em uma visita rápida, e eles contaram super explicadinho como funcionam (ou como funcionavam) os processos de produção. Tudo organizadinho e explicado de um jeito gostoso, da maneira deles. Adorei!

Nos APAIXONAMOS por um quadro de uma galeria de arte local chamada “Chiya”. O quadro tinha um estilo muito comum da Guatemala (pessoas e plantações vistas de cima ou de baixo), mas esse era especial. Tinha cores muito vibrantes, traços delicados… Era grande e custava apenas US$100 (achei barato para a qualidade). Ah, se arrependimento matasse… Até hoje não sei porque não comprei! 🙁

Achei legal também que o povo local criou um “Airbnb” de San Juan, chamado Posadas Maya. Para se hospedar na casa dos moradores e viver com eles durante alguns dias, aprender a cozinhar tortillas, conhecer seus hábitos e costumes. Imersão total! Suuuuper simples e rústico, porém interessante. Entre no site sanjuanlalaguna.org (e vá na aba services > Posadas Mayas) para saber mais.

Igrejinha de San Juan La Laguna, Lago de Atitlán
Aprendendo a fazer o tecido das roupas típicas em San Juan La Laguna.
E os fios viram lenços!
Pelas ruas da pacata San Juan La Laguna
O quadro que amamos e não compramos 🙁
  • San Marcos

É conhecido como o reduto hippie do Lago de Atitlán, um vilarejo que foi “invadido” por estrangeiros e hoje é um centro holístico importante. Lá, você encontrará diversos lugares para fazer massagem, yoga, meditação, além de muitos comércios de comidas orgânicas, associações de proteção a natureza, etc.

É muito legal para ver a quantidade de gente que resolveu deixar seu país e viver nesse ambiente hippie, desprendido das coisas materiais, mas acho que não traz a cultura Maya em si (achei muito “asiático” e pouco guatemalteco rs). Mesmo assim, iria de novo!

No píer de San Marcos – normalmente a vista daí é linda!
Pelas ruelas de San Marcos
Tudo orgânico por lá.

  • Santiago Atitlán 

É um pueblo maior que os outros dois acima, o maior no entorno do lago, com estrutura de cidadezinha, onde você encontra até caixa eletrônico e bancos. Foi aqui que tivemos a experiência mais maluca do Lago de Atitlán: fomos conhecer o MACHIMON!

Pegamos um tuc-tuc que nos levou pela cidade (tour todo por cerca de US$15), em vários pontos interessantes como a igreja antiga, o local onde as mulheres lavam a roupa e um memorial da guerra civil da Guatemala. Mas o ponto alto foi em uma casa escondida no meio do morro (parece uma favela), onde as pessoas estavam guardando e adorando uma imagem Maya sagrada conhecida como Machimon.

Machimon é uma estátua de um velhinho, que eles tratam como gente. Dão de comer, beber e fumar, vestem com roupas de verdade e até colocam a imagem para dormir. Cada ano, uma família que participa da comunidade do Machimon é escolhida para guardar a imagem em casa. A casa fica então a serviço dele, recebendo seus fiéis e os turistas curiosos. Difícil de explicar em texto, vejam as fotos abaixo. Óbvio que tem que pagar (algo em torno de US$5) para visitar o Machimon e mais um “extrinha” pra poder tirar foto!

Fizemos tour de tuc-tuc pelas ruas de Santiago de Atitlán
Que loucura é esse tal de santo Machimon!
Visitando o Machimon em Santiago de Atitlán
Pelas ruas de Santiago de Atitlán
Santiago de Atitlán – Guatemala
  • San Pedro

É o pueblo da balada! Aqui a concentração de mochileiros é enorme, com o perfil de quem está procurando um pouco mais de festa, conhecer gente, ficar em hostels. Não conhecemos, mas vimos de longe e pareceu bem grande, do tamanho de Santiago. Alguns dizem ser imperdível.

  • Santa Catarina Palopó

Ficava pertinho do nosso hotel, Casa Palopó, a 10 minutos de caminhada, e foi daí que pegamos nosso barquinho para os outros vilarejos. Adorei Santa Catarina, com sua pracinha simpática com a igreja antiga, vendinhas de produtos típicos e uma fábrica de tortillas com a janela aberta para a rua. Amei o artesanato vendido nessa área. Tudo muuuuito bem feito e colorido! Todas as pessoas usam roupas típicas. Colírio para os olhos dos fotógrafos.

Fábrica de tortillas de milho em Santa Catarina de Palopó
Restaurantinho fofo pelas ruas de Santa Catarina de Palopó
  • Sololá 

Sololá é o nome do departamento de vários povoados do lago, mas também é uma cidade que fica na chegada ao lago (no caminho de quem está vindo de Antigua ou do aeroporto). A atração dessa cidade é ver o quão típica e tradicional é a população!!! Em todos os lugares da Guatemala (à parte da capital), as mulheres usam saias e blusas características, mas em Sololá, os homens também!! Vários de chapéu, bota e uma saia de lã por cima da calça! Achei o máximo ir passando de carro bem devagarinho pra poder reparar nisso tudo.

Roupas típicas no vilarejo de Sololá, Guatemala
  • Atividade além da visita aos povoados: O LAGO!!!

Além dos pueblitos – e tão maravilhoso quanto – a outra atividade no Lago de Atitlán é contemplar a natureza! Se seu hotel for como o nosso e tiver uma vista direta para o lago então, todas as vezes que você olhar pela janela, soltará um UAU!

Os vulcões ficam colados na beira do lago, e todo o entorno é rodeado de montanhas. Em um dia de sol, você consegue ver isso tudo, além das casinhas que formam pontinhos brancos nas encostas. É LINDO DEMAIS! Não conseguia parar de tirar fotos.

O lago é de aguas cristalinas e limpas e também existem vários esportes aquáticos que você pode aproveitar. Vi muita gente fazendo Kite Surf, andando de jet ski, caiaque ou mesmo nadando. Nosso hotel tinha uma parte que era como uma praia de lago, com cadeiras e um píer, descemos para nadar e tirar fotos e foi delicioso.

Curtindo o Lago de Atitlán, em frente ao hotel Casa Palopó
  • Mirante 

Na estrada entre Panajachel e Santa Catarina de Palopó há um mirante (mirador) com uma vista bem bonita do lago, dos povoados e dos vulcões e no local há barraquinhas de artesanato.

Mirante na estrada para o Lago de Atitlán, Guatemala

Veja no mapa abaixo a localização de tudo o que foi falado aqui no post:

Espero que tenham gostado taaanto da Guatemala quanto eu! Esse Lago de Atitlán é MUITO especial, né?! Cultura interessante e visual lindo!

Leia aqui o post sobre a cidade de Antigua.

Beijos, Lala
(acompanhe minhas viagens ao vivo pelo Instagram @lalarebelo e pelo Facebook /lalarebelotravelblog)

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